Dois apps inúteis e um bem útil

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Esta dica é de 3 aplicativos, e como o título diz, apenas 1 é realmente útil! Mas os outros 2 tem lá sua graça.

O primeiro inútil é o RoundR. Ele nada mais faz do que incluir uma borda arredondada na tela do seu Android. Você define em quais bordas e qual é o tamanho do arredondamento. Ele se sobrepõe a todos os aplicativos, inclusive tela de bloqueio e jogos. E o melhor: não requer root para isso! Aí embaixo há 3 imagens….a primeira é a tela de configurações, a segunda é minha tela de desbloqueio e a terceira é uma tela da câmera. Todas arredondadas!

roundr1 roundr2 roundr3

O segundo inútil é o Rando. É um aplicativo de fotografia com uma proposta bem diferente. Você simplesmente tira uma foto através dele, e a envia. Alguém, em qualquer lugar do mundo, que esteja usando o aplicativo, irá receber essa foto. E em troca, você receberá outra foto, tirada por qualquer outra pessoa do mundo inteiro. Não há interação alguma entre os fotógrafos, não há mensagens, comentários, nada nas fotos. Só a foto e nada mais (e uma localização aproximada de onde ela foi tirada). O aplicativo também informa em qual localidade a pessoa que recebeu sua foto está.

É possível excluir fotos que não interessem e também marcar a foto como indevida (e bloquear aquele usuário, que você não saberá quem é, claro). Eu fiz um teste com 5 fotos. A primeira que recebi foi do rosto de duas pessoas, de algum lugar da Holanda, mas que estava muito escura. A segunda estava totalmente preta (provavelmente alguém que quis faz um teste também). A terceira foi a da imagem abaixo (à direita o mapa de onde ela foi tirada). A quarta foi um prato vazio, após uma refeição, que não lembro de onde foi. E a quinta foi de uma pessoa sentada no vaso sanitário num banheiro, tirada por um idiota em Jundiaí (tinha que ser no Brasil).

rando1 rando2
 

A única foto que mantive foi essa acima. A ideia me parece bem interessante. O problema é que você nunca sabe o que vai aparecer (vide o imbecil jundiaiense). O objetivo do app é simplesmente trocar fotos com desconhecidos, e manter as pessoas nessa condição.

E o terceiro aplicativo, esse sim útil, é o Sidebar (do mesmo autor do RoundR). Ele adiciona ao seu aparelho uma barra lateral para inclusão de atalhos de aplicativos. Para quem tem um monte de telas com vários aplicativos espalhados pode ser uma boa para ter acesso aos usados mais frequentemente. O vídeo acho que serve para explicar melhor como ele funciona.

Há a versão gratuita, com algumas limitações, e a completa. Também não requer root.

5 minutos com o Facebook Home

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facebook_homeEu estava curioso para ver como ele funcionaria, para ver se realmente era uma boa ideia. Depois de 5 minutos mexendo um pouco no Facebook Home cheguei à seguinte conclusão: nhé.

Basicamente ele alterou apenas a tela de desbloqueio. Hoje assim que ligo o aparelho aparece a tela com o botão no rodapé, onde posso movê-lo para desbloqueá-lo ou então mover a tela toda para a esquerda para abrir o aplicativo da câmera (que é uma coisa sensacional não precisar desbloquear o aparelho totalmente para tirar uma foto), ou para a direita caso eu tenha widgets na tela de desbloqueio.

Com o Facebook Home a tela muda para o que está abaixo, a esquerda! O botão vira minha foto do perfil do Facebook, no fundo ficam passando textos, fotos, imagens e afins dos meus contatos no Facebook, e ao pressionar o botão apareceram 3 opções, como dá pra ver na imagem a direita: o Messenger, aplicativos e o Facebook.

facebook_home1  facebook_home2
 

O Messenger é o aplicativo atual de mensagens do Facebook, onde as mensagens particulares são mescladas com os SMS recebidos. Os aplicativos são uma lista pequena daquilo que está instalado no aparelho (imagem mais abaixo, à direita). Não mexi muito para ver se é possível editar ou adicionar novas opções, mas acredito que sim. E o Facebook, bem…..é o aplicativo atual do Facebook!

Dá para mover a tela para os lados, mudando dessa forma o feed de notícias, que também é atualizado a cada 5 ou 10 segundos, aproximadamente (ali ele traz, até onde entendi, o feed das “principais histórias”, e não as “mais recentes”).

Ao pressionar a tela (ou o feed, no caso), aparecem opções para curtir e comentar, como dá pra ver aí embaixo, à esquerda.

facebook_home3  facebook_home4
 

A barra de notificações do Android em momento algum é exibida! Mas basta deslizar o dedo do topo da tela para baixo que ela aparece. Não existe mais “tela”! É tudo sempre a partir da tela de desbloqueio….se você costuma usar widgets nas suas telas, esqueça! Eles são solenemente ignorados.

A impressão que tive foi de uma ideia que poderia ser interessante mal implementada. A ideia interessante é porque certamente há pessoas nas quais a vida gira em torno do Facebook, então para essas pessoas nada mais natural do que ter tudo ali a poucos toques. Mas mal implementada porque nos poucos minutos que usei vi várias coisas sem nexo, como por exemplo o botão que leva ao aplicativo do Facebook que depois de um tempo estava apontando para o meu launcher (mesmo eu tendo definido como padrão o Facebook Home). Ou a constante atualização das informações na tela, como se fosse um papel de parede animado, que deve consumir energia e banda de internet a rodo.

Vários testes deixei de fazer porque a coisa toda me pareceu tosca, como ver o que aconteceria quando algum notificação fosse disparada, ou como seria ao receber alguma mensagem do Facebook, ou ainda deixar o aparelho entrar na tela de desbloqueio por senha.

Por enquanto ele está disponível apenas para os aparelhos Galaxy Note 2, Galaxy S3, HTC First e HTC One X (os dois últimos inexistentes no Brasil). Mas é possível instalá-lo em vários outros aparelhos com uma alteração bem simples num arquivo de propriedades do sistema….só que isso requer acesso de root. Segundo consta, o Galaxy S4 logo logo também entrará nessa lista.

Acredito que com o tempo a ideia será aperfeiçoada e muita gente vá usá-lo. Certamente eu não serei um desses….

Google Keep: tem futuro!

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google_keep_iconO Google Keep é um novo produto que a Google lançou nesta semana, sem muito alarde, sem muita pompa. Ele é basicamente um lugar onde você pode fazer anotações, guardar imagens e fazer listas. Um Evernote um pouco simplificado.

Não vou fazer uma descrição detalhada do aplicativo pois o Gizmodo já fez uma muito boa.

Há algumas reclamações sobre o serviço por aí, que neste momento até fazem algum certo sentido, mas analisando um pouco friamente e usando o bom senso, pelo menos na minha visão, não tem base sólida.

Uma reclamação é culpa da própria Google, que nesta semana também anunciou que sepultará o Reader: o que garante que esse serviço também não morrerá? No fundo, nada garante isso! Tudo depende de quantas pessoas o usam e que retorno ele pode trazer para a empresa. E é aí que entram os detalhes que até agora não vi ninguém comentando!

O Reader, por exemplo, era integrado a quais serviços do Google? De cabeça só me vêem à mente o Blogger. E mesmo numa integração mais ou menos. Ele era praticamente isolado. E não é de hoje que a empresa está num movimento de unir os seus serviços num único lugar. Se você quiser usar o Gtalk pela web você acessa o Gmail. E do Gmail você tem acesso aos seus contatos. O antigo Docs passou a fazer parte do Drive (o disco virtual deles). E é no Drive também que são guardadas as trilhas que você grava com o My Tracks. Ao adicionar uma entrada no Calendar você pode anexar um documento……que está no Drive!

E justamente aí entra o detalhe sobre o Keep: ele guarda as informações no Drive também!! Não ali na raiz, mas está dentro do serviço, tanto que a URL de acesso através do navegador é https://drive.google.com/keep/.

Aqui uma das reclamações já não se sustenta mais para o futuro, que é o compartilhamento de notas! Se está dentro da estrutura do Drive, também poderá usar o sistema de compartilhamento deste! Sistema esse, aliás, que funciona muito bem.

Outra reclamação é a falta de aplicativo para outras plataformas. Oras, convenhamos: nada mais justo que a Google privilegiar quem usa seus produtos! Qual empresa não faz isso?

Por último, a simplicidade do produto. Sim, ele é bem simples neste primeiro momento. Mas acredito que para sentir o mercado e a recepção, está de bom tamanho! Se houver uma boa receptividade, certamente ele evoluirá.

Quanto à questão de como ganhar dinheiro com ele…..bem, o serviço está hospedado no Drive, que tem um limite de espaço disponível. Excedeu o limite? Basta comprar mais! A jogada pode não ser ganhar dinheiro com o Keep, mas ganhar dinheiro com o Drive, fazendo com que ele seja mais utilizado!

Utilidade pública: muita atenção ao instalar aplicativos!

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AndroidsQue o Android é a plataforma mais afetada por malwares não é preciso nem citar. Que parte da culpa é a facilidade de colocar aplicativos na Google Play também é fato. E que outra parte da culpa é da Google por não ter um controle mínimo sobre os aplicativos que lá estão, também não dá pra negar.

Só que o usuário também pode fazer sua parte e perder alguns segundos lendo a descrição do aplicativo e pensando um pouco a respeito das permissões que ele pede. Esse é um ponto no qual eu sempre insisto: por que um papel de parede animado precisa ter acesso aos seus contatos ou ao GPS?

Uma coisa relativamente corriqueira, infelizmente, é um bandido (não há outra palavra para designar alguém que faz isso) pegar um aplicativo legítimo, reempacotá-lo, e enviá-lo à loja numa versão gratuita e raras vezes funcional, apenas para infectar o aparelho da pessoa. Isso está acontecendo neste momento com o jogo Temple Run: Oz (este é o original).

Um bandido espertinho criou um app (este é o fajuto) bem simples, com quase o mesmo nome, gratuito e colocou na Play. Ao rodar o programa tudo que acontece é o usuário ser direcionado para a versão completa (e paga) do jogo. Só que neste caso não são apenas as permissões que ele solicita que são absurdas (acesso ao GPS, acessar os favoritos do navegador e também o histórico de navegação, acesso total e irrestrito à internet, e o pior de todos: rodar na inicialização do aparelho), mas também a própria descrição dele que aparentemente nenhuma das mais de 100.000 pessoas que o instalaram leu: que ele não é o jogo real, mas apenas um link:

temple_run_fake

Outra coisa que pouquíssimos verificam é o site do desenvolvedor. Acredito que perder uns 10 segundos indo até o site para ver se ele é pelo menos real poderia evitar alguns problemas. Nesse caso específico, isto é apresentado:

temple_run_fake_site

Bem suspeito, não?

Outro ponto interessante (se não fosse triste), é que normalmente quem faz isso se aproveita de títulos famosos, mas pagos ou com propaganda. Lançam a “cópia” como se fosse gratuito ou sem a propaganda, para tentar se aproveitar daqueles que pagam algumas centenas de dinheiros pelo aparelho, mas se recusam a pagar alguns poucos trocados pelo programa original.

fonte: Droid Gamers

Star Wars Pinball

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starwarspinballSaiu hoje o jogo Star Wars Pinball para Android. Os gráficos são bem legais, a jogabilidade mais ou menos (por se tratar de uma tela relativamente pequena, fica meio confuso, mas dá pra jogar).

O ruim apenas é que o jogo custa U$2,00, e você recebe apenas uma “mesa”. Há outras 2 já disponíveis, que custam mais U$2,00 cada uma (através de compras dentro do próprio aplicativo).

Tudo bem….U$6,00 por um jogo bem feito não é algo absurdo. E como é estamos falando de plataforma Android, você pode instalá-lo no tablet (se tiver um que roda Android) também.

Caso queira testá-lo antes (para aproveitar os 15 minutos de janela para reembolso), faça a instalação usando uma rede wi-fi, pois assim que o abrir pela primeira vez a mesa disponível será baixada (o que poderá levar alguns minutos se não for uma rede rápida), e depois ainda é solicitado um cadastro antes de efetivamente começar a jogar. Nessa brincadeira toda pode acabar perdendo a janela….

Clique no mais para ver as imagens do jogo.

(mais…)

Socorro! Um novo ícone apareceu na minha lista de aplicativos!

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Screenshot_2013-02-27-12-08-13Para muita gente o ícone aí ao lado apareceu na lista de aplicativos instalados do aparelho “do nada”. Muitos devem ter pensado que o aparelho está contaminado por algum vírus novo. Nada disso!

Esse ícone foi incluído pela Google, na surdina, como forma de centralizar todas as configurações dos seus aplicativos (por “seus aplicativos” entenda aplicativos da empresa). Através dele você tem acesso às configurações do Mapas, Latitude, busca, Google+ e por aí vai.

Até onde consegui entender utilizando-o, ele nada mais faz do que simplesmente chamar o aplicativo à qual as configurações atuam. Isso fica meio evidente ao acessar os dados do Mapas, no qual o aplicativo é aberto e logo em seguida as configurações apresentadas. É basicamente um atalho.

O motivo disso? Difícil saber, mas eu diria que é por causa da nova autenticação via Google+. Através desse novo app você pode gerenciar os aplicativos que estão habilitados (e consequentemente desabilitá-los) a acessar/utilizar sua conta. No fundo é um facilitador mesmo.

Mas certamente levantou uma grande dúvida: como é que ele apareceu ali?

A resposta é simples: a Google pode instalar e remover aplicativos remotamente sem que o usuário saiba ou tome qualquer ação. A instalação você pode verificar facilmente ao clicar no botão “instalar” quando acessa a Google Play de um computador. Já a remoção é utilizada apenas em casos extremos (aqui você lê o texto original do grupo de desenvolvedores do Android).

Outro exemplo de atualização automática é do aplicativo da própria Google Play, que você só descobre que foi atualizado quando precisa concordar de novo com os termos de uso ou quando vai olhar a versão do app e viu que mudou.

Existe uma forma de evitar que tudo isso aconteça, mas para utilizá-la é melhor vender seu Android e comprar um “dumbphone”: desativar completamente a sincronização do seu aparelho com sua conta Google.

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DashClock, o motivo para permitir widgets na tela de desbloqueio

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dashclock0Se você é um feliz proprietário de algum aparelho com Android 4.2 talvez já tenha tentado colocar algum widget decente na tela de desbloqueio (aquela tela que aparece assim que liga o aparelho, para deslizar o botão, desenhar o padrão ou digitar a senha), e falhou porque não achou nada que prestasse ou porque não queria ficar com 10, 20 telas.

Seus problemas acabaram com o DashClock. Ele é um aplicativo bem simples, na verdade apenas um widget, mas que tem uma característica matadora: extensível através de plugins! E se isso não bastasse, ainda por cima é totalmente gratuito!

Por que ele é tão matador assim? Porque através desses plugins você pode ter na tela de desbloqueio as informações de quantos emails não lidos você tem (podendo selecionar de quais pastas e quais caixas-postais, caso tenha mais de uma configurada, a informação deve vir), quantas chamadas perdidas possui, quantos SMSs não lidos, pequeno ícone com previsão do tempo no local em que estiver, sua próxima entrada na agenda e próximo alarme configurado. Isso “de fábrica”! Se você usa o cliente de Twitter Plume já tem um plugin para mostrar suas informações lá….assim como se você usa o leitor de e-mails K9 (aqui).

Para os desenvolvedores que quiserem criar plugins para ele, basta utilizar sua API.

Esse é o tipo de aplicativo que a Google deveria pensar seriamente em consultar o desenvolvedor, pagar uma boa graninha pela ideia e pelo trabalho inicial, e incorporar ao Android nativamente. <troll on>E quem sabe patenteá-la também….<troll off>

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A arte de personalizar o aparelho

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AndroidsUma das maiores diferenças do Android para as outras plataformas é a sua versatilidade. O usuário pode alterar total e completamente o sistema. Só que isso também traz alguns inconvenientes. O principal: deixar o aparelho da forma como se quer!

Parece estranho dizer isso, mas o excesso de opções às vezes atrapalha!

Não é apenas qual papel de parede vou colocar, mas quais widgets utilizarei, quais aplicativos terão atalho na tela, até qual launcher usarei! Nestes dias me vi nessa enrascada.

Há um bom tempo usava o SPB Shell 3D. Ele é bonito, com efeitos agradáveis, alguns widgets próprios bem interessantes, e altamente personalizável. Só que recentemente ele começou a dar alguns problemas. Bastava eu abrir uns 2 ou 3 sites no Chrome, e ao voltar pra tela inicial o launcher estava sendo reiniciado. Não seria um problema se acontecesse de vez em quando…..mas esse “de vez em quando” estava virando um “quase sempre”.

A gota d’água, por assim dizer, foi o fato do Photo Sphere não estar funcionando direito justamente por causa de memória! Após tirar um foto com esse recurso, o aparelho começa um processamento na foto, feito em segundo plano. Só que esse processamento é cancelado se não há memória disponível….e nunca mais é feito, aparentemente! E perder uma foto panorâmica por causa disso não é algo aceitável.

Então comecei a procurar por outros launchers. A primeira pergunta poderia ser “por que não usa o padrão do Android, que é muito bom”? A resposta seria: sim, ele é bom, mas falha em alguns detalhes. Por exemplo, não dá para tirar a barra de pesquisa do topo da tela.

Instalei o ADW e comecei a configurá-lo. Estava achando interessante, e decidido a ficar com ele, até que o Lito me indicou o Nova. Instalei, e gostei dele! Bem personalizável, dá pra colocar a quantidade de telas que quiser, também dá para adicionar mais de uma bandeja (aquelas opções que ficam fixas no rodapé da janela), incluir ações para vários gestos (deslizar com um dedo para cima, para baixo, dois dedos, deslizar um ícone, etc.)….

Na época do SPB estava com várias telas: a principal com uma série de atalhos, organizados em pastas, e alguns widgets de controle de energia (ativar/desativar Wi-Fi, bluetooth, sincronização dos dados, silencioso), um controle para ativar o flash como lanterna, indicador de bateria (que mostra uma estimativa de tempo restante de uso), atalho para a câmera e para a galeria. Em outra eu tinha atalhos para alguns contatos mais chamados, mais uma com a previsão do tempo, outra com várias pastas com os jogos, mais um bloco de notas, outra com a agenda e, por falta de espaço, um última apenas com o widget do SoundHound.

Tudo isso trocado por 3 telas! A tela de contatos virou uma instância do Circle Launcher, colocada na tela principal. O indicador de bateria e as pastas com os atalhos continuam lá. Saíram os atalhos da câmera e da galeria! A câmera virou um atalho na bandeja, e a galeria é acessada deslizando o dedo para cima no atalho da própria câmera (cortesia do Nova Launcher)!

A previsão do tempo (widget do Beautiful Widgets) e a agenda (Agenda Widget Plus, já que a padrão do Android é relativamente funcional, mas meio feia) ficaram na segunda tela. A previsão pequena, no topo, e a agenda ocupando o resto.

E na terceira tela os atalhos de alguns jogos, o widget do SoundHound e um outro widget de bloco de notas (o ColorNote).

Screenshot_2012-12-27-17-11-33Uma última coisa estava me incomodando…..o widget padrão de controle de energia é muito feio e totalmente inflexível (esse aí ao lado)! Queria algo mais interessante e que eu pudesse configurar o que deveria aparecer nele. Foi aí que achei o Power Toggles. Você define quais controles aparecerão, em qual ordem, pode definir os ícones, cores, tudo!

Minha tela inicial ainda não está “agradável” aos meus olhos…..mas já está interessante.

Tela inicial

Tela inicial

Afinal, o que é o XBMC?

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Nestes últimos dias a notícia mais propagada foi a do porte do XBMC para o Android. E muitos devem estar se perguntando que diabos é o XBMC.

O XBox Media Center é um projeto de código aberto que surgiu como alternativa ao media player do XBox, da Microsoft. Ele permite criar, gerenciar e tocar bibliotecas de músicas, filmes e fotos armazenados localmente ou remotamente (em serviços como Flickr, YouTube, Spotify, etc.).

Depois de um tempo o projeto ganhou versões para computadores: roda em Linux, Mac e Windows, mantendo todas as suas características. Eu por exemplo tenho um notebook mais antigo com uma versão mínima do Fedora instalada, com o XBMC rodando, ligado na minha televisão através da saída HDMI. Também mantenho um programa de torrents rodando, assim sempre que quero baixar algo basta cadastrar, e depois de baixado estará lá pronto para ser visto (aliás, isso é tema de um texto que está nos rascunhos ainda, já que uso meu Android para gerenciar os torrents e também para controlar o XBMC).

O que faz do XBMC uma excelente alternativa, além do custo zero, é sua versatilidade. Ele possui diversos plugins, instaláveis a partir do próprio programa (não é necessário ir a site algum para instalar nada nele….é tudo feito dentro dele mesmo). Por exemplo, para aqueles que gostam de seriados, há um plugin para utilizar o Legendas.TV como fonte das legendas.

Explicado o que é o XBMC, a primeira coisa que me vêem à mente é: por que eu o instalaria num Android? A única funcionalidade que eu acharia útil seria se ele se conectasse ao XBMC do meu computador e fizessem streaming automático do conteúdo que tenho lá. Só que até onde me consta o programa não faz isso! Para ver fotos? Ouvir as músicas que tenho no aparelho? Oras, para isso já tenho os programas nativos que fazem a coisa muito bem, obrigado. Ver filmes baixados? Convenhamos….espaço não é algo que sobre num celular a ponto de permitir baixar vários filmes e seriados. Além do que, assistir numa telinha de 4 polegadas também não é algo que atraia muito.

Talvez ele seja útil se alguém criar um media center barato, utilizando um aparelho não muito potente, rodando Android, e acessando os dados de um disco externo (fora a parte do barato, alguém lembrou do Nexus Q?). Mas por enquanto, além da prova de conceito e da parte interessante da coisa, não vejo lá muito propósito.

Modo de segurança no Android

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Foi incluído no Android 4.1, também conhecido por Jelly Bean (ou jujuba para os íntimos) um boot em modo de segurança no sistema.

Nesse modo todos os aplicativos de terceiros do aparelho são desativados. Isso significa que você só terá rodando os programas do sistema. Nada de personalizações, sejam elas de operadoras ou fabricantes (os famigerados skins), sejam do usuário (outro launcher, por exemplo).

Não vejo, a princípio, uma utilidade muito grande para isso. Mas se colocaram no sistema é porque algum motivo deve ter!

Para ter acesso pressione o botão liga/desliga, como faria normalmente para desligar o aparelho. Na janela que aparece, com as opções de desligar, entrar em modo avião ou controlar o volume, pressione e mantenha pressionado por alguns segundos a opção desligar. Vai aparecer a janela mostrada abaixo. Ao confirmar, o aparelho é reiniciado no modo de segurança. Para voltar, é só reiniciar novamente.

 

No teste que fiz acabei tendo um efeito colateral…..eu uso o SPB Shell 3D como launcher, e quando o sistema subiu no modo normal alguns widgets e atalhos tinham sumido das telas.

fonte: Droid Life

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