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5 minutos com o Facebook Home

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facebook_homeEu estava curioso para ver como ele funcionaria, para ver se realmente era uma boa ideia. Depois de 5 minutos mexendo um pouco no Facebook Home cheguei à seguinte conclusão: nhé.

Basicamente ele alterou apenas a tela de desbloqueio. Hoje assim que ligo o aparelho aparece a tela com o botão no rodapé, onde posso movê-lo para desbloqueá-lo ou então mover a tela toda para a esquerda para abrir o aplicativo da câmera (que é uma coisa sensacional não precisar desbloquear o aparelho totalmente para tirar uma foto), ou para a direita caso eu tenha widgets na tela de desbloqueio.

Com o Facebook Home a tela muda para o que está abaixo, a esquerda! O botão vira minha foto do perfil do Facebook, no fundo ficam passando textos, fotos, imagens e afins dos meus contatos no Facebook, e ao pressionar o botão apareceram 3 opções, como dá pra ver na imagem a direita: o Messenger, aplicativos e o Facebook.

facebook_home1  facebook_home2
 

O Messenger é o aplicativo atual de mensagens do Facebook, onde as mensagens particulares são mescladas com os SMS recebidos. Os aplicativos são uma lista pequena daquilo que está instalado no aparelho (imagem mais abaixo, à direita). Não mexi muito para ver se é possível editar ou adicionar novas opções, mas acredito que sim. E o Facebook, bem…..é o aplicativo atual do Facebook!

Dá para mover a tela para os lados, mudando dessa forma o feed de notícias, que também é atualizado a cada 5 ou 10 segundos, aproximadamente (ali ele traz, até onde entendi, o feed das “principais histórias”, e não as “mais recentes”).

Ao pressionar a tela (ou o feed, no caso), aparecem opções para curtir e comentar, como dá pra ver aí embaixo, à esquerda.

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A barra de notificações do Android em momento algum é exibida! Mas basta deslizar o dedo do topo da tela para baixo que ela aparece. Não existe mais “tela”! É tudo sempre a partir da tela de desbloqueio….se você costuma usar widgets nas suas telas, esqueça! Eles são solenemente ignorados.

A impressão que tive foi de uma ideia que poderia ser interessante mal implementada. A ideia interessante é porque certamente há pessoas nas quais a vida gira em torno do Facebook, então para essas pessoas nada mais natural do que ter tudo ali a poucos toques. Mas mal implementada porque nos poucos minutos que usei vi várias coisas sem nexo, como por exemplo o botão que leva ao aplicativo do Facebook que depois de um tempo estava apontando para o meu launcher (mesmo eu tendo definido como padrão o Facebook Home). Ou a constante atualização das informações na tela, como se fosse um papel de parede animado, que deve consumir energia e banda de internet a rodo.

Vários testes deixei de fazer porque a coisa toda me pareceu tosca, como ver o que aconteceria quando algum notificação fosse disparada, ou como seria ao receber alguma mensagem do Facebook, ou ainda deixar o aparelho entrar na tela de desbloqueio por senha.

Por enquanto ele está disponível apenas para os aparelhos Galaxy Note 2, Galaxy S3, HTC First e HTC One X (os dois últimos inexistentes no Brasil). Mas é possível instalá-lo em vários outros aparelhos com uma alteração bem simples num arquivo de propriedades do sistema….só que isso requer acesso de root. Segundo consta, o Galaxy S4 logo logo também entrará nessa lista.

Acredito que com o tempo a ideia será aperfeiçoada e muita gente vá usá-lo. Certamente eu não serei um desses….

Google Keep: tem futuro!

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google_keep_iconO Google Keep é um novo produto que a Google lançou nesta semana, sem muito alarde, sem muita pompa. Ele é basicamente um lugar onde você pode fazer anotações, guardar imagens e fazer listas. Um Evernote um pouco simplificado.

Não vou fazer uma descrição detalhada do aplicativo pois o Gizmodo já fez uma muito boa.

Há algumas reclamações sobre o serviço por aí, que neste momento até fazem algum certo sentido, mas analisando um pouco friamente e usando o bom senso, pelo menos na minha visão, não tem base sólida.

Uma reclamação é culpa da própria Google, que nesta semana também anunciou que sepultará o Reader: o que garante que esse serviço também não morrerá? No fundo, nada garante isso! Tudo depende de quantas pessoas o usam e que retorno ele pode trazer para a empresa. E é aí que entram os detalhes que até agora não vi ninguém comentando!

O Reader, por exemplo, era integrado a quais serviços do Google? De cabeça só me vêem à mente o Blogger. E mesmo numa integração mais ou menos. Ele era praticamente isolado. E não é de hoje que a empresa está num movimento de unir os seus serviços num único lugar. Se você quiser usar o Gtalk pela web você acessa o Gmail. E do Gmail você tem acesso aos seus contatos. O antigo Docs passou a fazer parte do Drive (o disco virtual deles). E é no Drive também que são guardadas as trilhas que você grava com o My Tracks. Ao adicionar uma entrada no Calendar você pode anexar um documento……que está no Drive!

E justamente aí entra o detalhe sobre o Keep: ele guarda as informações no Drive também!! Não ali na raiz, mas está dentro do serviço, tanto que a URL de acesso através do navegador é https://drive.google.com/keep/.

Aqui uma das reclamações já não se sustenta mais para o futuro, que é o compartilhamento de notas! Se está dentro da estrutura do Drive, também poderá usar o sistema de compartilhamento deste! Sistema esse, aliás, que funciona muito bem.

Outra reclamação é a falta de aplicativo para outras plataformas. Oras, convenhamos: nada mais justo que a Google privilegiar quem usa seus produtos! Qual empresa não faz isso?

Por último, a simplicidade do produto. Sim, ele é bem simples neste primeiro momento. Mas acredito que para sentir o mercado e a recepção, está de bom tamanho! Se houver uma boa receptividade, certamente ele evoluirá.

Quanto à questão de como ganhar dinheiro com ele…..bem, o serviço está hospedado no Drive, que tem um limite de espaço disponível. Excedeu o limite? Basta comprar mais! A jogada pode não ser ganhar dinheiro com o Keep, mas ganhar dinheiro com o Drive, fazendo com que ele seja mais utilizado!

Utilidade pública: muita atenção ao instalar aplicativos!

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AndroidsQue o Android é a plataforma mais afetada por malwares não é preciso nem citar. Que parte da culpa é a facilidade de colocar aplicativos na Google Play também é fato. E que outra parte da culpa é da Google por não ter um controle mínimo sobre os aplicativos que lá estão, também não dá pra negar.

Só que o usuário também pode fazer sua parte e perder alguns segundos lendo a descrição do aplicativo e pensando um pouco a respeito das permissões que ele pede. Esse é um ponto no qual eu sempre insisto: por que um papel de parede animado precisa ter acesso aos seus contatos ou ao GPS?

Uma coisa relativamente corriqueira, infelizmente, é um bandido (não há outra palavra para designar alguém que faz isso) pegar um aplicativo legítimo, reempacotá-lo, e enviá-lo à loja numa versão gratuita e raras vezes funcional, apenas para infectar o aparelho da pessoa. Isso está acontecendo neste momento com o jogo Temple Run: Oz (este é o original).

Um bandido espertinho criou um app (este é o fajuto) bem simples, com quase o mesmo nome, gratuito e colocou na Play. Ao rodar o programa tudo que acontece é o usuário ser direcionado para a versão completa (e paga) do jogo. Só que neste caso não são apenas as permissões que ele solicita que são absurdas (acesso ao GPS, acessar os favoritos do navegador e também o histórico de navegação, acesso total e irrestrito à internet, e o pior de todos: rodar na inicialização do aparelho), mas também a própria descrição dele que aparentemente nenhuma das mais de 100.000 pessoas que o instalaram leu: que ele não é o jogo real, mas apenas um link:

temple_run_fake

Outra coisa que pouquíssimos verificam é o site do desenvolvedor. Acredito que perder uns 10 segundos indo até o site para ver se ele é pelo menos real poderia evitar alguns problemas. Nesse caso específico, isto é apresentado:

temple_run_fake_site

Bem suspeito, não?

Outro ponto interessante (se não fosse triste), é que normalmente quem faz isso se aproveita de títulos famosos, mas pagos ou com propaganda. Lançam a “cópia” como se fosse gratuito ou sem a propaganda, para tentar se aproveitar daqueles que pagam algumas centenas de dinheiros pelo aparelho, mas se recusam a pagar alguns poucos trocados pelo programa original.

fonte: Droid Gamers

Socorro! Um novo ícone apareceu na minha lista de aplicativos!

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Screenshot_2013-02-27-12-08-13Para muita gente o ícone aí ao lado apareceu na lista de aplicativos instalados do aparelho “do nada”. Muitos devem ter pensado que o aparelho está contaminado por algum vírus novo. Nada disso!

Esse ícone foi incluído pela Google, na surdina, como forma de centralizar todas as configurações dos seus aplicativos (por “seus aplicativos” entenda aplicativos da empresa). Através dele você tem acesso às configurações do Mapas, Latitude, busca, Google+ e por aí vai.

Até onde consegui entender utilizando-o, ele nada mais faz do que simplesmente chamar o aplicativo à qual as configurações atuam. Isso fica meio evidente ao acessar os dados do Mapas, no qual o aplicativo é aberto e logo em seguida as configurações apresentadas. É basicamente um atalho.

O motivo disso? Difícil saber, mas eu diria que é por causa da nova autenticação via Google+. Através desse novo app você pode gerenciar os aplicativos que estão habilitados (e consequentemente desabilitá-los) a acessar/utilizar sua conta. No fundo é um facilitador mesmo.

Mas certamente levantou uma grande dúvida: como é que ele apareceu ali?

A resposta é simples: a Google pode instalar e remover aplicativos remotamente sem que o usuário saiba ou tome qualquer ação. A instalação você pode verificar facilmente ao clicar no botão “instalar” quando acessa a Google Play de um computador. Já a remoção é utilizada apenas em casos extremos (aqui você lê o texto original do grupo de desenvolvedores do Android).

Outro exemplo de atualização automática é do aplicativo da própria Google Play, que você só descobre que foi atualizado quando precisa concordar de novo com os termos de uso ou quando vai olhar a versão do app e viu que mudou.

Existe uma forma de evitar que tudo isso aconteça, mas para utilizá-la é melhor vender seu Android e comprar um “dumbphone”: desativar completamente a sincronização do seu aparelho com sua conta Google.

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Desfragmentar meu celular? Não, obrigado!

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É incrível a cara de pau de alguns desenvolvedores. Segundo o Android Police surgiu na Play Store um desfragmentador de disco para o Android (não tenho como colocar o link porque ele já foi excluído da loja, ainda bem).

Para entender minha primeira frase acima é necessário antes entender o que é desfragmentar o disco. Imagine uma estante onde os livros são guardados. Com o tempo, ao tirar livros e colocar novos vão ficando buracos na estante. Para ocupá-los se começa a colocar partes de livros nos buracos, fazendo com que um pedaço do livro fique num lugar e outro pedaço em outro. Ao pegar um livro que está desmembrado é preciso se deslocar por vários lugares da estante para juntar os pedaços. Desfragmentar significaria juntar os pedaços dos livros e deixá-los juntos, no mesmo local da estante. Assim o trabalho de pegar um livro seria bem menor (e mais rápido).
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Surpresa: seu app não funciona mais!

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Imagine que num belo dia você liga sua tv de última geração, 50 polegadas, LED 3D, tela super ultra mega master brilhante, fina e cristalina, e ela mostra uma mensagem dizendo que a partir do final do mês ela passará a exibir apenas a programação da TV Senado. O que você faria? Eu teria vontade de quebrar o aparelho na cabeça do presidente da empresa que a fabricou.

Então agora imagine abrir aquele aplicativo que você comprou na loja oficial, e se deparar com esta mensagem:

Pois é o que aconteceu com quem comprou o Rock Band na lojinha da Apple para suas iTranqueiras. O jogo simplesmente deixará de funcionar em 31 de maio. O motivo é até que compreensível (mas de forma alguma justificável, se é que esse é o motivo real….estou apenas cogitando): o jogo é de música, o que requer que suas músicas sejam licenciadas. E essa licença não é vitalícia. Ou o autor do jogo as licencia novamente (obviamente pagando por isso e certamente repassando o custo ao consumidor, obrigando-o provavelmente a pagar pelo aplicativo de novo) ou simplesmente “fecha as portas”.

Isso traz um aviso para muitos que pensam serem donos dos programas que compram: não se iluda! O que você comprou foi uma licença de uso, não o programa em si. O único caso em que você é dono do programa é se tiver o código fonte dele em mãos também (pois a partir dele você pode recompilar e ter o programa de novo).

E o que isso tem a ver com o Android? Tudo!!!! O que garante que aquele programinha pelo qual você pagou alguns obamas continuará na Play Store quando você comprar o seu próximo Android, para ser reinstalado?

Em tese a boa vontade do desenvolvedor. Na prática, nada! Já houveram casos de aplicativos que sumiram da loja da Google, como emuladores (alguns pagos).

Claro que o usuário sempre poderá baixar os programas de outras fontes…..mas cá entre nós: se a Play Store não é 100% confiável quanto à presença de malwares, imagine a segurança um site hospedado no interior da Rússia!

Para evitar o problema de não conseguir mais achar aquele app, no Android a solução é relativamente simples: habilite o root no seu aparelho e copie o apk para outro lugar. Ou mais simples ainda: tendo um aparelho com root e use o Titanium Backup.

Atualização: segundo o Android Community, a EA voltou atrás, dizendo que a mensagem foi enviada por engano, e que o jogo continuará funcionando depois da data. Ahã….engano…..sei, sei….

Aplicativos gratuitos gastam mais bateria. Cadê a novidade?

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O assunto do momento é esse que está no título. E o questionamento é feito por mim mesmo. Basta pensar um pouquinho para saber que um aplicativo gratuito que exiba propaganda vai consumir mais bateria que o mesmo aplicativo sem banner.

Os motivos são simples: para exibir um banner é preciso uma conexão com a internet. E isso gasta energia. Se a conexão disponível for em 3G, mais energia ainda. Muitas bibliotecas de propaganda usam informações a mais para tentar personalizar mais ainda o banner, como geolocalização (usando o GPS, e adivinha? Mais bateria!).
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Para os fãs da N.F.L., dois bons jogos no seu Android

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Sempre achei que jogos de esportes em celulares (ou até consoles) eram muito complicados! No futebol da bola redonda há dezenas de controles que você precisa lembrar: é um pra passar, um pra chutar ao gol, outro pra lançamentos, driblar, correr, saltar, dar cambalhota, triplo mortal carpado, e por aí vai. Fazer isso num celular então eu acho inviável.

De vez em quando a Google faz algumas promoções de apps, como aquela dos 10 bilhões de downloads onde a cada dia alguns programas eram vendidos a U$0,10, e mais recentemente para comemorar a estreia do Google Play colocaram alguns a U$0,40. Eu acabei comprando dois jogos: o NFL Rivals (na promoção do bilhão) e o NFL Flick Quarterback (na do Play).
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Problemas com aplicativos de fora do Android Mark…Google Play?

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Há algumas pessoas tendo problemas para comprar aplicativos que foram instalados originalmente por fora do Google Play. Por exemplo, quem aproveitou o último Humble Bundle não consegue atualizar o Osmos pelo Market Play, já que ele não foi comprado por lá. E tem gente que resolveu comprá-lo de novo no Play, só que não está conseguindo!

Há algum bug na loja que impede a pessoa de comprar um aplicativo que já tenha sido comprado/instalado de outra fonte! Ele aparece como “comprado”, e caso exista alguma atualização também não se consegue fazê-la. Não adianta remover o app….ele continuará “comprado” para o Play.
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Milhões tiveram seu Android infectado por malware. Será mesmo?

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A Symantec liberou um aviso dizendo que milhares de usuários foram infectados por um malware que pode roubar dados.

A Lookout, outra empresa de segurança, liberou outro aviso dizendo que não é bem assim.

A Symantec em seu comunicado apenas listou os aplicativos supostamente contaminados, sem dizer o que eles efetivamente fazem, ao contrário da Lookout, que foi bem explícita:

  • os aplicativos pegam o seu IMEI, porém antes de enviá-lo ao servidor o ofuscam, de forma que seja possível saber que determinado aparelho já está “cadastrado” no banco de dados da empresa, mas não de forma a que seja possível dizer a quem o aparelho pertence (pois não dá para saber o número original)
  • exibe propaganda na barra de notificação
  • coloca um ícone para um serviço de busca em alguma das telas do usuário (e aparentemente o serviço é legítimo)
  • tem a capacidade de colocar favoritos no navegador do aparelho e alterar sua página inicial

A lista de aplicativos, 13 no total, mostra que eles foram feitos por apenas 3 desenvolvedores. E só de olhar o nome dos aplicativos qualquer pessoa com meio neurônio funcional pensaria um bocado antes de instalar qualquer um deles. Alguns exemplos: Sexy Girls Photo Game, Pretty women lingerie puzzle, Counter Strike Ground Force e Heart Live Wallpaper.

Sobre os dois primeiros é totalmente desnecessário fazer qualquer comentário. O terceiro leva o nome de um jogo já conhecido, Counter Strike. E o último, oras, vamos pensar um pouquinho! A pergunta que eu sempre faço: por que diabos um papel de parede precisa ter acesso a internet, ver os dados do aparelho e alterar os dados do navegador?

De todos os aplicativos, os da Ogre Games continuam no Market. Da iApps7 Inc, apenas um continua disponível. E da Redmicapps dois foram retirados. Portanto dos 13, 7 sumiram (não sei se por ação da Google ou dos próprios desenvolvedores).

O que os apps têm em comum é o uso de um tal Apperhand SDK, que segundo a Lookout nada mais é do que um sistema de propagandas, intrusivo (por exibir mensagens na barra de notificações, incluir ícones na tela do usuário e criar favoritos), mas legal (por não roubar informação alguma). Busquei por mais informações sobre ele mas não encontrei nada muito esclarecedor.

Como se livrar desses inconvenientes? Ao contrário do que está no Meio Bit, basta desinstalar o app.

 

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