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Acesse o Google Analytics no seu Android

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Sendo o Android um sistema mantido basicamente pela Google, e o Analytics um dos serviços mais interessantes, mais usados e muito bem visto da própria Google era de se esperar que houvesse um app oficial para ele. Pois não há!

E é aí que entra o gAnalytics. Um app totalmente gratuito (não possui sequer propaganda), muito bem feito e visualmente agradável, como se vê nas imagens abaixo.
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Múltiplos usuários no seu Android

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Eu já ouvi algumas pessoas perguntando porque o Android, principalmente nos tablets, não possui o conceito de usuários, como acontece no computador, onde cada usuário tem seus atalhos, seu papel de parede, e em se tratando de Linux, até seus próprios programas.

O principal motivo é que o Android não foi feito tendo em vista ser multiusuário. Simples assim. E como originalmente ele seria um sistema para rodar em celulares, não haveria porque ter mais de um perfil de usuário. Não acho que seja um costume compartilhar o celular.
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Tasker, o aplicativo obrigatório para seu Android

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Todo mundo que possui um Android às vezes sente falta de alguma coisa no sistema, alguma automação, e para a qual muitas vezes também há aplicativos no Market para usar. Só que essas automações que requerem vários aplicativos podem ser feitas por apenas um: o Tasker.

As possibilidades de configuração dele são quase infinitas, ficando limitadas apenas à imaginação do usuário. Por exemplo, eu tenho uma tarefa que, assim que o aparelho entra na torre de celular próxima do meu trabalho, ele liga o wi-fi (caso esteja desligado). E assim que a rede wireless do meu trabalho é ativada, ele desliga a sincronização automática (já que o maior uso é verificar emails, e no trabalho eu tenho o computador para isso), e abaixa o volume da campainha.
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Veja a situação dos sensores do seu Android

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Há um programinha bem simples, mas muito interessante, que permite ver o estado e as informações de todos os sensores do aparelho…inclusive daqueles que eu nem sabia que existiam nele.

Estas duas capturas de tela mostram as informações que ele trouxe no Galaxy Nexus:

 

Não sei qual é a precisão do sensor de luminosidade, mas bastou fazer uma sombra no aparelho os seus valores se alteraram. O nível de som também se altera assim que você faz algum barulho. O único sensor que não parece ter precisão é o de proximidade: ele marca apenas 5.0cm ou 0cm. Se bem que para a função dele (apagar a tela quando se encosta o rosto para falar) isso está mais que perfeito.

O app é encontrado no Market, gratuito e com propaganda (como dá pra ver nas imagens acima).

Há também um add-on pra ele que permite exibir os registros do log do aparelho, através de uma opção no menu.

O Android é multitarefa?

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À primeira vista pode até parecer que não, mas a resposta é sim. O conceito de multitarefa é ter várias tarefas (ou aplicativos, ou serviços) rodando ao mesmo tempo, sem impedimentos nem limitações artificiais. Pode não parecer que o Android é assim porque duas aplicações nunca estarão rodando em primeiro plano ao mesmo tempo! O que isso significa? Que você nunca terá duas aplicações diferentes dividindo a tela do seu aparelho (a menos, claro, que sejam widgets).

Por exemplo: no computador você pode abrir uma planilha e junto escrever um email, deixando as duas janelas abertas lado a lado. No tablet não…vai precisar ficar passando de uma janela pra outra (não digo fazer no celular porque não acho que alguém seja masoquista a ponto de tentar fazer isso)!

Outro detalhe importante é que as telas entram num estado suspenso quando não são mais a tela atual (ou seja, quando foram pra segundo plano porque alguma outra tela foi mostrada). Mas isso acontece somente com a tela! O programa em si, se tiver outros processos, continuará rodando! E isso acontece inclusive com as telas do mesmo programa!

Um bom exemplo disso tudo é o Gtalk. Você está lá conversando com um amigo sobre a festa do final de semana, quando aparece um aviso de que seu chefe iniciou uma conversa. Chefe é chefe, e a menos que ele seja muito mala, melhor ver o que quer. Então você abre a janela da conversa com ele, mandando a conversa com seu amigo para segundo plano, e consequentemente suspendendo essa janela. Mas a conversa com ele não foi fechada, e se ele enviar mais alguma mensagem, você será avisado porque o serviço do Gtalk continua rodando lá em segundo plano! O serviço independe da tela, tanto que ele está lá rodando mesmo que não exista tela alguma do Gtalk aberta.

E quando as telas vão para segundo plano, e são suspensas, coisas interessantes podem acontecer. A principal delas é o aplicativo ser fechado! Isso acontece porque o Android pode precisar de mais memória para executar a tarefa atual, então aplicativos que não estão em primeiro plano serão fechados pelo sistema. É aqui que entra também o trabalho do desenvolvedor para fazer o programa de forma decente…

Como o Android é um robô legal, ele não vai fechar compulsoriamente um programa, mas sim vai pedir ao próprio programa que se feche, pois naquele momento ele não é necessário e está ocupando um espaço precioso na memória. Ao fazer esse pedido, o Android permite que o programa salve o estado, dados, histórico, informações ou o que quer que seja necessário para, quando o programa for aberto novamente, o usuário não ter perdido nada! Em programas bem feitos essas informações todas sobrevivem incluse a reinicializações do aparelho.

É facultado ao programa ignorar esse pedido. Na minha opinião os que fazem isso não estão bem feitos, pois podem estar interferindo no bom andamento do sistema como um todo. Deveriam no mínimo dar a opção ao usuário de decidir se, quando receber o aviso, o programa deve ser fechado ou não.

Porque instalar aplicativo pirata é uma péssima ideia

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Um motivo, e que deveria ser o mais óbvio, é pagar pelo trabalho que o desenvolvedor teve. Ninguém trabalha de graça, e sem dinheiro ninguém vive.

Mas há um outro motivo que muitos ignoram: a chance desses aplicativos estarem contaminados por códigos maliciosos é grande, muito grande.

Diferentemente dos vírus de computador que só provocam danos financeiros ao usuário quando eles conseguem acesso aos dados bancários, que hoje em dia é bem mais complicado já que muitos bancos usam códigos de acesso e tokens para permitir as transações, códigos maliciosos no celular podem provocar um belo estrago no bolso do usuário.

Um código malicioso pode facilmente enviar SMS para números premium, como por exemplo aqueles serviços populares aqui no Brasil de piadas, ringtones, e etc., que funcionam na base da assinatura. O usuário só vai perceber no final do mês quando receber a conta ou quando seus créditos terminarem.

O usuário mais atento já se perguntou: o aplicativo não deve pedir pela permissão de envio e recebimento de SMS na instalação? E a resposta é sim! Só que há aplicativos que usam essa permissão de forma lícita, inclusive jogos que usam pagamentos via operadora. Então não dá pra simplesmente não instalar qualquer aplicativo que solicite a permissão.

Para se proteger dos casos que vez ou outra aparecem no Market não é tão complicado. Como sempre o bom senso já é um excelente filtro! Programas com baixa avaliação, poucos downloads e muito recentes já devem deixar a orelha de pé. O próximo passo é analisar se as permissões que ele pede condizem com o que ele faz. Um papel de parede não precisa ter acesso ao GPS, assim como um jogo não precisa fazer chamadas.

Outra dica importante é não cair em tentação de baixar aplicativos que prometem destravar fases ocultas no Angry Birds ou liberar todos os carros no Need for Speed. Isso é perfeitamente possível, mas lembre-se que normalmente os espertalhões se aproveitam daqueles que também querem dar uma de espertos.

E se você acha que os aplicativos que baixa de forma alternativa são iguais aos que estão no Market, não se iluda. A Google possui uma biblioteca para verificação de licença para aplicativos comprados no Market, e os piratas provavelmente podem ter alterado o app para evitar essa validação. E nada impede que tenham incluído código malicioso de passagem….

Protegendo seu Android contra roubos

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(texto atualizado)

A pior coisa que pode acontecer com alguém que compra um Android é perdê-lo ou ser roubado. Sim, pois mesmo que aconteça algum acidente com ele, como cair no chão e quebrar a tela, você ainda pode mandá-lo para a assistência (provavelmente sairá mais barato comprar um novo do que arrumar o quebrado, mas isso não vem ao caso).

Só que há uma coisa que você pode fazer para pelo menos ainda ter uma chance de ter seu amado aparelho de volta: instalar um aplicativo de localização nele! Claro que há uma coisa que se precisa ter em mente: não há milagres.
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Watchdog, um cão de guarda para sua bateria

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Watchdog em informática é um termo muito utilizado. Ele significa um processo ou programa que fica monitorando ou tomando conta de outro processo ou programa. Ele cuida por exemplo para que algum processo essencial ao sistema esteja rodando e saudável. Certamente algum watchdog era responsável pela reinicialização do Android algumas versões atrás, quando algum programa do sistema dava crash e para evitar maiores problemas o aparelho era reiniciado.

Pois o tema deste texto é um aplicativo, encontrado no Market, chamado Watchdog Task Manager. O principal objetivo dele não é matar aplicações mal comportadas ou que estejam consumindo muitos recursos, mas sim avisar o usuário disso! Ele fica permanentemente monitorando o uso de CPU para identificar o responsável por acabar com a bateria.
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Vamos fazer direito, desenvolvedor?

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Eu sou programador, trabalho com isso, e tenho um app para Android lá no Market. Então sei como algumas coisas funcionam, em alguns casos como não funcionam, e em outros como deveriam funcionar.

Recentemente troquei de aparelho, saindo de um Nexus S para um Galaxy Nexus. A maior diferença entre os aparelhos, ao se falar exclusivamente sobre aplicativos, é o tamanho da tela: no Nexus S é 800×480. No Galaxy é 1280×800 (na prática acaba sendo 720 pois há o espaço para os botões).

O problema que isso pode gerar, principalmente em jogos, é que há mais tela a ser desenhada, e é preciso manter o aspecto do jogo (ficaria horrível esticar um carro, por exemplo). Mas isso não acontece, visto que há jogos que rodam em telas com 640×480 sem problemas.
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