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Problemas com aplicativos de fora do Android Mark…Google Play?

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Há algumas pessoas tendo problemas para comprar aplicativos que foram instalados originalmente por fora do Google Play. Por exemplo, quem aproveitou o último Humble Bundle não consegue atualizar o Osmos pelo Market Play, já que ele não foi comprado por lá. E tem gente que resolveu comprá-lo de novo no Play, só que não está conseguindo!

Há algum bug na loja que impede a pessoa de comprar um aplicativo que já tenha sido comprado/instalado de outra fonte! Ele aparece como “comprado”, e caso exista alguma atualização também não se consegue fazê-la. Não adianta remover o app….ele continuará “comprado” para o Play.
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Uma boa novidade no Android Market

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Mas apenas para aqueles que costumam instalar jogos, basicamente. Até ontem o tamanho máximo dos aplicativos na lojinha da Google era de 50MB. Isso é bastante para um aplicativo, diria eu que é muito mais do que o necessário, mas para jogos esse valor é baixo, principalmente para aqueles que usam e abusam do 3D. Por exemplo, o BackStab baixa um arquivinho de 1.5MB do Market…e na primeira execução lá vai ele buscar mais de 800MB nos servidores da Gameloft!

Hoje já é possível colocar arquivos de até 4GB nos servidores da Google. Claro, ainda há algumas limitações: o tamanho do programa em si (o apk), continua em 50MB. Mas agora é possível colocar outros 2 arquivos, de até 2GB cada um. A empresa sugere que a divisão dos arquivos seja de forma inteligente: um arquivo com dados que nunca mudarão, e outro para expansões, por exemplo. Dessa forma em caso de atualização, apenas um deles seria baixado de novo.

Essa alteração pode parecer boba, mas é um grande avanço! Primeiro porque livra os desenvolvedores de manterem servidores próprios para armazenar esses arquivos. E essa armazenagem externa traz consigo um problema que muitos enfrentam: não conseguir baixar os jogos! Ou porque os servidores foram mal dimensionados e vivem na sua capacidade máxima, ou até porque foram mal configurados e não permitem baixar os arquivos. E disso ainda vem mais um problema: o tempo para pedir o reembolso caso não goste do jogo!

Assim que termina de baixar e instalar o aplicativo o tempo de 15 minutos começa a rodar. Mas se você tem que baixar mais 200, 300, 500, 800MB de dados de algum lugar da internet esse tempo pode não ser viável! Dependendo da conexão, servidores e etc. pode acabar levando muito mais do 15 minutos para baixar o jogo todo, sendo impossível pedir o reembolso. Com os arquivos nos servidores da Google o tempo só vai começar a contar depois que tudo estiver no aparelho! Baixou 1GB, não gostou do jogo? É só pedir o reembolso.

Agora a parte curiosa sobre os números. Os 50MB para aplicativos é mais uma questão de legado. Nas primeiras versões do Android os programas eram sempre instalados na memória interna. Com programas grandes, a memória ia pro espaço rapidinho. Nas versões mais recentes do Android é possível colocar os programas no cartão de memória, mas para manter compatibilidade com o legado, deixaram o limite baixo. E por que 2 arquivos de 2GB cada?

Simples: os aparelhos que possuem cartão de memória normalmente o tem formatado no padrão VFAT (ou FAT32). Isso é para que ele possa ser lido em qualquer computador ou qualquer outro aparelho. E no padrão VFAT o tamanho máximo de um arquivo é de……2GB!

Como acessar o Market de outro país

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Se há uma coisa chata é a política de alguns desenvolvedores de só liberarem conteúdo para determinado país. Pois bem….há um jeito de burlar isso. E o melhor: você não vai precisar baixar nenhum software pirata e o desenvolvedor (mesmo que não mereça) será devidamente pago…se o app não for gratuito! Basta usar o Market Unlocker.

Há vários softwares que prometem enganar o Market, fazendo com que seu aparelho pareça estar em outro país para os servidores da Google, mas até hoje nenhum funcionou direito comigo. Este sim! O único inconveniente, que fará com que muitos não possam usá-lo, é a necessidade de ter o aparelho rooteado.
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Google finalmente se move em direção a um Market mais seguro

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Uma mensagem colocada na conta oficial do Android no Twitter traz finalmente boas notícias: implementaram um sistema para verificar os aplicativos colocados no Market.

Segundo o texto publicado no Google Mobile Blog o serviço, batizado de Bouncer, faz uma varredura em todos os aplicativos que já estejam na loja, e também em todos os novos que forem colocados em busca de malwares já conhecidos.

Ele também busca por sinais de que o aplicativo faz algo a mais do que deve (como por exemplo tentar explorar brechas e obter acesso de root). Isso é feito através de um sistema que faz com que os aplicativos rodem nos servidores da empresa simulando um aparelho rodando o Android, permitindo analisar tudo que o aplicativo tenta fazer no sistema.

Segundo o texto, a quantidade de downloads potencialmente maliciosos no Market caiu 40% entre a primeira e a segunda metade de 2011.

E eles finalizam dizendo porque o Android é relativamente seguro, no que eu concordo em grande parte:

  • sandbox: isso é um conceito utilizado em informática que significa isolar um processo de outro. Graças ao sandbox uma aplicação não possui acesso a outra ou a seus dados. São como se fossem, literalmente, caixas de areia onde cada aplicativo está rodando isolado, e uma caixa não se comunica com outra caixa. Isso é verdade, a menos que o sistema possua alguma falha que permita um aplicativo ganhar privilégios de superusuário (o famoso root)…nesse caso, ele terá acesso irrestrito ao sistema.
  • permissões: aqui eu concordo 100%! De novo, vale a pena ler este texto, e sempre consultar as permissões que o aplicativo pede.
  • remoção de malwares: o Android possui a capacidade de ter aplicativos removidos remotamente. Sim, por um lado é uma certa invasão de privacidade pensar que alguém lá nos servidores da Google pode dar um comando e apagar um aplicativo no seu aparelho. Mas por outro lado é uma segurança a mais. Contanto que isso não seja usado para apagar conteúdo do usuário, eu acho válido.

Vamos ver como o Market ficará daqui pra frente, e quem sabe esse serviço não permita ter uma loja mais limpa.

Milhões tiveram seu Android infectado por malware. Será mesmo?

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A Symantec liberou um aviso dizendo que milhares de usuários foram infectados por um malware que pode roubar dados.

A Lookout, outra empresa de segurança, liberou outro aviso dizendo que não é bem assim.

A Symantec em seu comunicado apenas listou os aplicativos supostamente contaminados, sem dizer o que eles efetivamente fazem, ao contrário da Lookout, que foi bem explícita:

  • os aplicativos pegam o seu IMEI, porém antes de enviá-lo ao servidor o ofuscam, de forma que seja possível saber que determinado aparelho já está “cadastrado” no banco de dados da empresa, mas não de forma a que seja possível dizer a quem o aparelho pertence (pois não dá para saber o número original)
  • exibe propaganda na barra de notificação
  • coloca um ícone para um serviço de busca em alguma das telas do usuário (e aparentemente o serviço é legítimo)
  • tem a capacidade de colocar favoritos no navegador do aparelho e alterar sua página inicial

A lista de aplicativos, 13 no total, mostra que eles foram feitos por apenas 3 desenvolvedores. E só de olhar o nome dos aplicativos qualquer pessoa com meio neurônio funcional pensaria um bocado antes de instalar qualquer um deles. Alguns exemplos: Sexy Girls Photo Game, Pretty women lingerie puzzle, Counter Strike Ground Force e Heart Live Wallpaper.

Sobre os dois primeiros é totalmente desnecessário fazer qualquer comentário. O terceiro leva o nome de um jogo já conhecido, Counter Strike. E o último, oras, vamos pensar um pouquinho! A pergunta que eu sempre faço: por que diabos um papel de parede precisa ter acesso a internet, ver os dados do aparelho e alterar os dados do navegador?

De todos os aplicativos, os da Ogre Games continuam no Market. Da iApps7 Inc, apenas um continua disponível. E da Redmicapps dois foram retirados. Portanto dos 13, 7 sumiram (não sei se por ação da Google ou dos próprios desenvolvedores).

O que os apps têm em comum é o uso de um tal Apperhand SDK, que segundo a Lookout nada mais é do que um sistema de propagandas, intrusivo (por exibir mensagens na barra de notificações, incluir ícones na tela do usuário e criar favoritos), mas legal (por não roubar informação alguma). Busquei por mais informações sobre ele mas não encontrei nada muito esclarecedor.

Como se livrar desses inconvenientes? Ao contrário do que está no Meio Bit, basta desinstalar o app.

 

Sobre os comentários no Market

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O Market possui alguns problemas, assim como tudo, já que nada é perfeito. Infelizmente os usuários muitas vezes colaboram para deixá-lo pior ainda!

Duas coisas na lojinha da Google deveriam ser um excelente indicador de qualidade, mas acabam mais atrapalhando que ajudando: a avaliação e os comentários.
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Porque instalar aplicativo pirata é uma péssima ideia

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Um motivo, e que deveria ser o mais óbvio, é pagar pelo trabalho que o desenvolvedor teve. Ninguém trabalha de graça, e sem dinheiro ninguém vive.

Mas há um outro motivo que muitos ignoram: a chance desses aplicativos estarem contaminados por códigos maliciosos é grande, muito grande.

Diferentemente dos vírus de computador que só provocam danos financeiros ao usuário quando eles conseguem acesso aos dados bancários, que hoje em dia é bem mais complicado já que muitos bancos usam códigos de acesso e tokens para permitir as transações, códigos maliciosos no celular podem provocar um belo estrago no bolso do usuário.

Um código malicioso pode facilmente enviar SMS para números premium, como por exemplo aqueles serviços populares aqui no Brasil de piadas, ringtones, e etc., que funcionam na base da assinatura. O usuário só vai perceber no final do mês quando receber a conta ou quando seus créditos terminarem.

O usuário mais atento já se perguntou: o aplicativo não deve pedir pela permissão de envio e recebimento de SMS na instalação? E a resposta é sim! Só que há aplicativos que usam essa permissão de forma lícita, inclusive jogos que usam pagamentos via operadora. Então não dá pra simplesmente não instalar qualquer aplicativo que solicite a permissão.

Para se proteger dos casos que vez ou outra aparecem no Market não é tão complicado. Como sempre o bom senso já é um excelente filtro! Programas com baixa avaliação, poucos downloads e muito recentes já devem deixar a orelha de pé. O próximo passo é analisar se as permissões que ele pede condizem com o que ele faz. Um papel de parede não precisa ter acesso ao GPS, assim como um jogo não precisa fazer chamadas.

Outra dica importante é não cair em tentação de baixar aplicativos que prometem destravar fases ocultas no Angry Birds ou liberar todos os carros no Need for Speed. Isso é perfeitamente possível, mas lembre-se que normalmente os espertalhões se aproveitam daqueles que também querem dar uma de espertos.

E se você acha que os aplicativos que baixa de forma alternativa são iguais aos que estão no Market, não se iluda. A Google possui uma biblioteca para verificação de licença para aplicativos comprados no Market, e os piratas provavelmente podem ter alterado o app para evitar essa validação. E nada impede que tenham incluído código malicioso de passagem….

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